
O meu nome é Ricardo Mestre, tenho 25 anos e vivo em Lisboa, Portugal, onde nasci e cresci.
Motivado pelo universo de super-heróis da banda-desenhada norte-americana e pelos videojogos da Nintendo e da Sega, que já na mais tenra idade devorava, comecei a praticar desenho à mão livre. Ainda durante a infância, ensaiei no papel as minhas primeiras tiras, segundo aquele imaginário.
Durante a adolescência descobri também a música, dedicando-me a partir de então à electrónica de trazer por casa. O teatro surgiu um pouco depois, tendo participado como actor e, por vezes, sonoplasta num grupo experimental que integro – a Mandrágora.
O apelo pelas artes plásticas mostrou-se uma constante desde cedo; e o meu percurso académico andou a par dos meus anseios.
Depois do liceu, que cumpri na área das Artes, avancei para uma licenciatura de História da Arte, que vim a interromper três anos mais tarde. Depois de uma pausa, segui para Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Pelo caminho, apaixonei-me pela web e pelos desafios que o design enfrenta neste meio. Como autodidata, acheguei-me das linguagens (X)HTML e CSS, que domino, e comecei a desenhar e a implementar websites desde 2002.
Trabalhei como freelancer durante quatro anos.
Depois, conheci a Quodis – em Outubro de 2008 – e aí me mantenho, como Web Designer e Front-End Developer.
Gosto de arquitectura de informação e interesso-me pelas esferas da acessibilidade e dos standards na web – que defendo.
Acredito que o produto do design não é arte em si mesmo, mas que nasce segundo uma intenção artística.
Creio assim que o objecto de design só pode ser formulado enquanto resposta a uma necessidade real e concreta, encerrando em si um desígnio funcional – sem contudo perder de vista um ideal estético.
De resto, sou omnívero e fumador.
Algumas referências avulso que me influenciam enquanto pessoa e, por conseguinte, com repercussões nas minhas actividades: padrões, lego, texturas, pixel-art, folhas outonais, a pintura simbolista de Odilon Redon, o grafismo de vectores, a poesia de Al berto, as drum-machine TR-808 e TR-909, a realização de Michael Haneke, arppegios, a representação de Isabelle Huppert, as escalas menores.