O próximo sábado, dia 11 de Outubro, é dia de festa.
Assinado pela dupla Internal Sync, o evento A German Accentregressa para a sua nona edição, desta feita comemorando um ano de existência - uma existência de sucesso.
A celebração terá início em regime after-hours no Europa, pelas 06h00, na companhia deMaurice Aymard, da Galatika Records.
Mais tarde, as hostilidades serão retomadas no bar Lounge, comigo, enquanto Pseudónimo, a abrir a noite pelas 23h00. Esta será a minha primeira apresentação ao vivo desde a edição do EP Terra Firme.
Ainda no Lounge, seguem-se para mais uma voltinha os Internal Sync e Maurice Aymard.
E porque, nas palavras dos próprios, “tocar a oito mãos é um caos (semi-)controlado que os Internal Sync gostam”,Pedro Goya junta-se para a última hora de actuação.
Falo pois do reclamo que a Nintendo montou no YouTube para promover o lançamento do jogo Wario Land: Shake It! para Wii. Brilhante, simplesmente brilhante!
Segundo o Dinis, só é igualado por aquele extraordinário anúncio da Apple, integrado na campanha Get a Mac, composto por dois banners sincrozinados entre si (vide vídeo no YouTube).
Depois de incontáveis bootlegs sem qualidade, encontra-se finalmente à deriva um bom rip daquele monstro de pista que tanta destruição tem causado nas mais recentes Nite Versions dos Soulwax / 2 Many DJs. Falo da remistura para o Kids, dos MGMT, feita pelos irmãos Dewaele.
É coisa de hype legítimo. E pode ser descarregada no blogue Drop Urge [clicar no link (additional zshare link)]Penned Madness.
No outro dia, senti uma inesperada necessidade de recordar umas quantas músicas daquela que foi em tipos idos a minha banda favorita de sempre, os Smashing Pumpkins.
Encontrando-me privado dos meus queridos CDs, resolvi fazer umas quantas pesquisas cegas no hypem. O resultado, não sendo nada favorável, foi porém bastante curioso. Descobri, ao invés da versão original, um cover para a 1979 por uma tal banda chamada Lismore, que desconhecia.
A música não é má; é morna. Um docinho assim para o synth-pop que pode entrar sem pedir licença na lista de covers para os anos 90 que escrevi há umas entradas atrás. Como sou de partilhas, aqui a deixo:Lismore: 1979 (Smashing Pumpkins Cover). E, seguindo o blogue Electrorash associado a tal entrada do hypem, poder-se-á dar com os ouvidos noutras músicas da mesma banda.
Para além do cover para a 1979, descobri ainda uma música hilariante - que parodia e provoca o pobre do Billy Corgan - da autoria do músico e comediante americano Stephen Lynch, que também desconhecia por completo.
Eis um vídeo que dá conta desta (por volta dos 2m40) e de outras provocações:
Há umas semanas atrás, a Smashing Magazine desafiou os seus leitores para um concurso que propunha a criação de gráficos que pudessem ser aplicados em separadores <hr />.
A intenção era simples: revitalizar e promover o uso desse elemento de HTML que foi, progressivamente, caindo no esquecimento e negligenciado pelos web designers.
Para aliciar os concorrentes, a Smashing oferecia como prémio pela candidatura mais bonita e criativa uma muito simpática Wacom Intuos3 9X12 USB Tablet.
Cada participante poderia concorrer com 5 propostas, no máximo. As 25 melhores - seleccionadas pelo próprio júri da Smashing Magazine - ficariam depois sujeitas a escrutínio público, no sentido de se apurar um e só um vencedor.
Para minha felicidade (e para meu espanto!), das 1290 propostas que um total de 384 participantes submeteu, uma das minhas 5 revelou-se entre as 25 finalistas, sendo que outra foi destacada ao lado de muitas e várias congéneres concorrentes. E a coisa não parou por aqui.
Assim que as urnas abriram, e durante vários dias sujeita à vontade pública, a minha proposta alcançou cerca de 1/4 dos votos (24% / 22%) e manteve-se sempre à distância da concorrente mais próxima com quase o dobro dos seus votos (11% / 12%).
Hoje, enfim, a Smashing declarou-me vencedor.
Mamã, sinto-me como nos óscares: resta-me agradecer a todos os que votaram em mim - e, em particular, ao meu amigo Almada Guerra, que tanta promoção fez no seu blogue - e congratular os restantes participantes. Agradeço ainda à Smashing Magazine por esta oportunidade e aos meus papás por me terem trazido ao Mundo.
O concurso pode ser encontrado aqui e os resultados ali.
Mostro em baixo as propostas com que concorri, onde se inclui a vencedora (um rasgo de layout feito por tentáculos vegetais). É com gosto que deixo também para download a totalidade destas, bem como o documento-fonte de Illustrator em que foram produzidas. A sua utilização é perfeitamente livre.
Bem sei que é de mau gosto, e eu cá não sou destas coisas, mas não consegui pensar senão nisto assim que vi a fotografia do Timnum dos destaques do Sapo.
Foi parida hoje em menos de uma hora e em piloto-automático.
É composta por ondas puras.
Não foi rectificada nem apurada.
Surgiu durante uma crise de fígado.
Chamei-lhe Maybe Tomorrow por livre associação.
Numa altura em que se vão avolumando os sintomas de um reinteresse pela música dos anos 90 (tenha-se presente a misturada eurodance maximal dos sets da malta da Ed Banger), partilho três covers de agora para músicas de então que, em ambos os casos, fazem as minhas delícias:
A propósito, descobri há bocado no YouTube uns vídeos em que o Erlend, enquanto The Whitest Boy Alive, ‘cobre’ ao vivo outros três grandes hits da eurodance dos anos 90: Show Me Love (Robin S), Pump Up The Jam (Technotronic) e I Like To Move It (Reel 2 Real).
Serve esta entrada para mostrar o meu apreço, no que respeita à imagem, pelo recente redesign de três das maiores redes sociais em voga: Last.fm, Facebook e Delicious - esta última agora também com grafia e endereço reciclados.
Parece que ‘o branco é o novo preto’ para estes serviços. Na verdade, já assim o era para o Facebook e para o Delicious, mas o redesign confirma-o.
Na ordem do dia, a elegância afirma-se pelo vazio. E a clareza também.
Horror vacui à parte: a decoração está reservada quase tão-somente à estrutura. Trata-se de decoração implicada, não aplicada. Ganham assim os conteúdos e a navegação, pelo branco-nada privilegiados. E as estritas cores, esbanjadas nos cabeçalhos e habilmente salpicadas aqui e ali, acrescem no reforço desse ideal.
Hoje os desafios não me motivam. Os obstáculos resistem na sua natureza linguística; herméticos, não me estimulam. Não sei dos fins, não acho os meios. O raciocínio não informa. Vejo longínqua a paciência, um feito com defeito. As expectativas, enfim, magoam.